

Mas terminou o 1° tempo e nada de Lages marcar. Começou o 2° tempo e Schappo, o jogador que podia fazer a diferença, sofreu uma entrada violenta de um itajaiense e foi retirado da quadra de maca. Bateu o desespero na comissão técnica lageana. Sem Schappo, a classificação certa estava irremediavelmente ameaçada. “Chama o Suzuki!!”, o japonês que fazia milagres nas massagens. O Suzuki era um japonês da gema, que ao contrário dos de sua raça, era alto e entroncado. Pois Suzuki chegou, deu uma olhada de soslaio no contundido, apalpou-o com conhecimento e com o Schappo ainda na maca, deitadão, colocou-o de bruços, montou nele, fez o movimento tradicional de karatê com as mãos e soltou a voz: “iiiiiááááá”ao mesmo tempo em que, com um “draps”, punha a coluna do Schappo no lugar. Como um gato, Suzuki “apeou” de cima do Schappo e ordenou:”Pode corocar ele pra jogar”. Schappo, aos berros,
Schappo, aos berros, foi levado direto pro hospital, onde um raio-x atestou “deslocamento da coluna”. Pelo tratamento que o japonês dava aos contundidos no futebol, igual aos lutadores de sumô, Suzuki foi demitido quando a seleção de futsal, candidatíssima ao ouro dos JASC, no futsal mas desclassificada nas quartas de final, num jogo em que perdeu seu principal jogador pros métodos ajaponesados, mas,abrutalhados do Suzuki
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