

A nova diretoria do porto assumiu a administração no dia 18 do mês passado e o primeiro desafio é de fazer com que o espaço volte a operar. Atualmente, o terminal emprega 115 pessoas. A maioria atuava na fábrica, que tem capacidade de produzir 110 toneladas do produto por dia.
Conforme informações do setor jurídico da Codesp, o terminal estava há muito tempo sem a licença para o manuseio da amônia, uma das matérias-primas à fabricação do gelo. A inspeção é feita pela Polícia Federal. No mês passado, em vistoria, a PF lacrou o lugar.
“Atualmente, trabalhamos com poucas descargas por conta da paralisação da fábrica de gelo. Acreditamos que conseguiremos reabrir o espaço ainda neste mês. Os trâmites legais para isso foram as primeiras ações do novo administrador, José Paulo Ramos”, confirma a chefe do núcleo de apoio, Denise Pergorara.
Preocupados, os trabalhadores chegaram a fazer um protesto na câmara de vereadores. O objetivo é chamar a atenção para o sucateamento da fábrica, algo que a atual administração nega.
“Desconheço esta informação. Na realidade, o que falta é a recomposição de toda a estrutura para podermos dar o sinal verde para o pleno funcionamento da fábrica. E isto é a primeira coisa que faremos, mas as coisas levam tempo”, destaca Denise.
Atual diretoria
Administrador: José Paulo Ramos.
Chefe do Núcleo de Apoio: Denise Pegorara.
Chefe de Manutenção e Serviços: Claudionor Dias Pereira.
Fontes: Jornais Notisul e Diário do Sul
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