
Já no primeiro turno, um pagodeiro foragido por jogar mulher e filho pela janela do terceiro andar de um prédio em Guarulhos teve o desplante de convocar uma entrevista coletiva às vésperas do escrutínio. Fantasiou-se de Raul Seixas para dizer que é inocente, como se isso já não fosse, em si, um contra-senso.
O salvo-conduto irrestrito em vigor tem motivação histórica no tempo em que os “coronéis” da política mobilizavam a polícia para intimidar adversários e eleitores. O Brasil, graças a Deus, mudou! Sobrou, daquela época, essa lei sem pé nem cabeça para continuar nos assombrando, e beneficiando foras-da-lei espertalhões.
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