sexta-feira, 7 de maio de 2010

- Leiam a primeira parte desta hilária estória, baseada em fatos reais, a segunda parte vocês poderão ler semana que vem:

NUNNNNCA SENTI ISSO ANTES...
À primeira lida, pode parecer invenção, mas lhes afirmo que realmente aconteceu muito antes de a Praia do Gi conhecer o “boom” imobiliário de agora. Isso lá pelos anos 80...por aí. Um amigo nosso conseguiu, por pura e descarada insistência, namorar a mais linda garota aqui da Roseta, a ponto de todo mundo lhe perguntar “que feitiço ele tinha feito pra conseguir...”. Em tempo recorde estavam casados. Mas o fato é que, depois do casório, ele desapareceu das rodas de bate-papo com os amigos, nos domingos de manhã no Bar Everest, pra tomar cerveja, discutir sobre os times de futebol e mulheres, claro. Tomou Doril. Claro, com um “piteuzinho daqueles em casa....” diziam alguns, conformados mas morrendo de inveja. E a notícia caiu como a bomba atômica sobre Hiroshima na manhã daquele domingo de início de dezembro: o fulano se separara e ela já caíra na gandaia. Fora vista até nos bailões. A maioria dos “amigos” não conseguia esconder a satisfação que a notícia provocara: agora, vou cair matando, pensavam todos, esfregando nervosamente uma mão na outra. E o fulano foi crivado de perguntas, algumas até sobre sua vida conjugal, mas a curiosidade era geral e ele, malandro, se esquivava das mais cabeludas, tipo como ela era na cama e por aí afora. Até que, quase com lágrimas nos olhos, acabou contando...Amigos foram lhe contar que a “ingrata” andava indo aos bailões e até disseram onde. Ontem, sábado, ele resolveu ver com os próprios olhos se era verdade. Ficou “coringando” até que a viu. Toda linda, com aquele vestidinho “soltinho” que ele lhe dera no seu aniversário e que ele sempre lhe dizia que ela ficava extremamente sensual. Bebia, a “ingrata”, uma bebida vermelha, densa, parecendo “Campari”, e em volta da mesa trocando olhares maliciosos com ela, um rapagão, do tipo sarado. E ele ali, só “coringando”, fazendo de tudo para ela não vê-lo. Queria ver até onde ela iria...Lá pelas tantas ela se despediu das amigas e saiu. Êpa! Com o cara sarado...Será que... Ela entrou no carro do cara sarado e rumaram pra Praia do Gi, que como disse no início, era ainda quase inóspita.

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